Apesar do tempo que passou , este texto que elaborei há quase um ano, continua actual! Mais ainda quando o PSD enfrenta a escolha de um líder e de um futuro Primeiro Ministro.
" Ultimamente tenho colocado a várias personalidades da vida portuguesa a seguinte questão: “numa agenda eleitoral pesada e com a responsabilidade democrática de fazer escolhas, como vamos distinguir um estadista de um político ?” Invariavelmente as respostas abordam o problema da excessiva importância da imagem, e, a falta de esclarecimento político do cidadão. Nos dias que correm é absolutamente essencial distinguir um do outro.
Finalmente uma resposta clara e simples. James Freeman Clark , autor Norte Americano, escreveu no século XIX o seguinte “ um político preocupa-se com a próxima eleição, enquanto que um estadista se preocupa com a próxima geração”. Hélas! Faz toda a diferença. Concentram-se forças e energias no acto eleitoral, elencando promessas que não vão poder cumprir, deixando um vazio de esperança e a democracia cada vez mais fragilizada. Há uma multidão silenciosa insatisfeita com o resultado das escolhas que fez, e, sempre que isso acontece o populismo ou o voto de protesto fazem o seu caminho. O nível de degradação atingido é deveras preocupante.Educação pública e estatal (em litígio e com poucos resultados) , Justiça independente do poder legislativo, (mas alegadamente parcial na aplicação da lei).
(...) Todos os dias temos novos episódios : uma lei de financiamento de partidos políticos aprovada por quase todos os Deputados ( 228) mas que todos os líderes ( era na altura líder Paulo Rangel)se apressaram a criticar fora da Assembleia da República. Lamentável. Um primeiro – ministro, alegadamente, acusado de usar as suas relações pessoais e políticas em benefício próprio. Um ministro da economia com uma linguagem pouco adequada ao cargo que ocupa . Um tecido social cada vez mais crispado e cada vez mais endividado. Estamos desconfiados.
(...) Mas há esperança .. o professor Adriano Moreira afirmou o seguinte” a crise económica veio agravar esta relação de confiança entre o cidadão e o estado . Contudo, a crise económica resolve-se com estudos, soluções e resultados. Mas a crise de confiança vai demorar gerações a repor” . Absolutamente de acordo. E continuou. Reclama para o seu país, um Conselho Estratégico Nacional: um Banco de Dados Nacional onde seja possível aceder à informação sobre Escolas, Universidades, apoio social escolar, resultados, corpo docente, projectos, etc, para que as famílias e os alunos possam escolher a escola ou a Universidade que desejam frequentar. Deixou ainda como grande desígnio nacional o regresso à máxima de Fernando Pessoa “ A minha Pátria é a minha Língua Portuguesa. Um Estadista"
Será o último?
in Jornal de Leiria, Maio de 2009
Quando aparece alguém com essas caracteristicas, dizemos logo que é muito apagado e que não sabe empolgar...Depois votamos nos tais politicos,passado algum tempo, dizemos que são de plástico e que não são estadistas.Vá lá compreender-se estes tugas.
ResponderEliminarO resultado está à vista de todos, mas as verdades doem, e é mais fácil dar mais um passo em direcção a "nenhures" esse sitio fantástico!
Quando aparece alguém com essas caracteristicas, dizemos logo que é radical e que vem de fora...
EliminarLeste o post da Ana ou só leste o meu comentário?
EliminarDizer que Paulo Rangel é um estadista, a um Homem como tu,que gosta e sabe de politica interna e externa, só pode ser brincadeira de smile só com um olho,eheheh.
abraço
Eu só falei em radical e não em nomes. Essa associação é de tua autoria.
EliminarSim, foi o ultimo, sem dúvida.. e basta olhar para o que se passou este fim de semana para ver que de estadistas nada.
ResponderEliminarOs estadistas são pessoas que estão a leste da luta pelo poder, e por cá, tudo se faz com um único objectivo, o poder.
Jorge Soares
Jorge Soares" A espuma do tempo " faz.nos esquecer que este grande estadista também lutou pelo poder! E exerceu-o !Com qualidade ou não cabe às gerações futuras avaliar. Tenho contudo a certeza de uma coisa: também errou.
EliminarMas lutar pelo poder pode ser uma actividade e um desígnio nobres. Não se executam as medidas que cada um de nós exige sem atingirmos o governo da Republica Portuguesa. E sem candidatos e sem campanha não há luta pelo poder."As armas "são distribuídas equitativamente: um Homem- um voto! Eu agora digo de outra forma: uma pessoa - um voto! É questão de género
ResponderEliminarSo queria referir que o orador que a Drª tanto apreciou estava com um "pelão" dos grandes confirmado pelo dono do restaurante onde jantou......
EliminarPelão?
EliminarConheço o Dr. Fernando Costa há mutos anos e goste-se ou não ele é assim turculento, desafiador, proocador mas capaz de criar empatia com os outros.è assim desde que o conheço. Já tive a oportunidade de lhe dizer que cometeu alguns excessos; mas também disse o que muitos comentam e não têm coragem de o dizer em público.É verdade que perde em Congressos , mas ganha nas urnas. Alguém explica esta contradição?
Eliminarquem tava de pelao?....n se percebe...ou tem medo de difamar? ...mas covardemente vai dizendo...
EliminarA um amigo não se pode negar um pedido:
ResponderEliminar"hoje é o último dia para pagar quotas para os militantes do PSD que queiram participar no acto eleitoral do dia 26".
O incentivo para votar no Pedro Passos Coelho também fazia parte do pedido. Abraço ao Marcelo Nuno e Hélder Sousa .
Um estadista só o é quando exerce o poder de forma histórica, marcante, com consequências positivas...e que passam a imediatez do tempo.
ResponderEliminar*
Paulo Rangel tem condições para tal. Não é. Mas tem.
Seriedade, Competência, Rigor.
O seu pensamento não é volátil como é de Passos Coelho. Desdiz-se à sombra da notícia do momento.
Paulo Rangel sabe como poucos o que é a social-democracia, a possível para Portugal.
*
Como se perceberá, Portugal, a Nação Portuguesa, precisa de homens de verdade, seja à esquerda seja à direita. E o que se passa na politica portuguesa é a estabilização no poder de uma gente que nada alcançou na vida civil, seja no PP, PSD, ou no PS!
Paulo Rangel é pois um candidato a ser um Estadista!
Subsrevo este post do anónimo's.
EliminarOntem estive em Santarém no jantar do DR. Paulo Rangel.
Sala cheia e uma postura a que já nos habituou. Um discurso de quem é profundamente conhecedor da realidade. Humilde, despojado, sem aparato. Sem folclore. Praticamente sozinho, à semelhança do que aconteceu nas europeias.
Ideias bem definidas, um homem de valores, sério.
No fim o memso sentimento. Paulo Rangel faz a diferença no partido e poderá fazê-la também no país.
Já sabe das novidades fresquisnhas do nosso concelho, parabens pela sua distinção e notariedade para o nosso concelho.........
Eliminarnao....diga....
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