Dia da Mulher


A todas as mulheres  que aprenderam a gostar do que são e como são!!


O que pintaria, hoje,  Renoir?

Comentários

  1. Infelizmente, Renoir não saberia entender o que é ser mulher nos dias de hoje, tal como não soube quando pintou este quadro, que, já na altura, pintava demasiado colorido o dia a dia da maioria das mulheres

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  2. Acredito que no futuro as mulheres terão um estatuto de plena igualdade perante os homens.
    Quando lá chegarmos, deixará de fazer sentido assinalar este dia.
    Questiono-me sobre qual será o ponto óptimo (perdoem-me a linguagem matemática) a partir do qual deixará de fazer sentido assinalar a causa da igualdade de géneros nas capas dos jornais e nas aberturas dos telejornais.
    Claro que em algumas sociedades esta questão tem toda a urgência em ser debatida e em que se tomem medidas concretas que interrompam o ciclo demolidor que penaliza milhões de seres humanos apenas por terem nascido mulheres, mas, noutras sociedades as mulheres usufruem de igualdade genérica de tratamento. As excepções que confirmam a regra.
    Sei que estou a opinar num território delicado em termos dos conceitos do 'politicamente correcto'. Não pretendo minimamente desvalorizar a data, mas julgo que o exagero de algumas manifestações deste dia, e estou a lembrar-me das centenas dos jantares histéricos que hoje ocorrerão, se por um lado poderão significar um grito de liberdade, por outro não passarão de actos efémeros, que pressupóem o regresso no dia 9 ao cenário dito normal.

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    Respostas
    1. A igualdade está ainda demasiado longe de ser, sequer, uma palavra minimamente pronunciável. Os jantares histéricos, de facto, de nada adiantam, assim como de nada adiantará qualquer celebração que num só dia tente mascarar aquilo que não se modifica no resto do tempo - as mentalidades - e nem sequer me refiro a locais, no globo, pouco desenvolvidos. Em todo o mundo é assim.

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  3. A desigualdade é ainda tão grande que nos séculos mias próximos não pderemos deixar de lembrar todas as mulheres que ainda não sairam da escravatura doméstica, civilizacional , religiosa ou social.
    Quanto ao histerismo é o grito de quem durante todos os séculos anteriores não podia sequer dar um suspiro sem autorização de alguém ... desmaiavam logo . E era chic!! Mas Paulo , nós aprendemos a colocar a voz. Deem-nos tempo e espaço... e vamos surpreender ! Eu já estou preparada para defender as quotas masculinas em determinadas profissões como por exemplo no ensino, e não vou precisar de séculos para o defender! Hèlas!

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  4. Ana obrigada.
    Boa pergunta. Que pintaria ele?

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