O futuro da Europa

O Tratado Lisboa foi aprovado e inicia-se uma nova etapa na maior aventura do entendimento da humanidade. O seu teor foi muito politizado por questões de política caseira, mas não foi, de todo, debatido a fundo.


Este texto pode ajudar-nos a antever o futuro da Europa.

Comentários

  1. O caminho da Europa para o futuro está cheio de encruzilhadas, com ou sem rotundas, que nenhum GPS ajuda a fazer directo e em pouco tempo. São muitas as contradições que baralham esse caminho. Destaco apenas duas: as fronteiras e a democracia.
    Fronteiras (“borders” e “frontiers” coexistem na Europa) estabilizadas há séculos ao lado de fronteiras recentes e instáveis, com feridas abertas e sérios focos de conflito prontos.
    Democracia, a matriz de construção da Europa, sistematicamente arredada de todos os processos de avanço na integração, como mais uma vez se viu com o agora aprovado tratado de Lisboa, com o golpe e a golpada a ocuparem o lugar que deveria ser sagrado da democracia.
    Com contradições tão marcantes é difícil que algum GPS se entenda…

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    Respostas
    1. A frase não terminaria em prontos mas em " prontos a rebentar". ... focos de conflitos prontos a rebentar.

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  2. Eu diria mesmo que o debate se restringiu à classe política e os cidadãos ficaram às escuras. Como a classe política afinal pretendia.
    Aquele remate de "comprar" o Vaclav Klaus para ee assinar, diz muito do que poderá ser o futuro da Europa.

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