O relógio não pára IV

    

Comentários

  1. Marcas de outros tempos, quando nem sonhavamos com esta coisa da globalização que pôs toda a gente a beber coca-cola. A mesma que Salazar não permitiu entrar cá - apesar de entrar nas então províncias ultramarinas, dando-lhe um toque cosmopolita que contrastava com a metrópole rural e bota de elástico - e para a qual, em plena revolução, importamos a designação de "água suja do imperialismo.
    De todas essas marcas vem-me à memória a campanha de lançamento da cerveja Clok, de curta vida já que pouco depois do arranque foi alvo das nacionalizações de 1975, vindo a marca a ser "engolida" pela Superbock. Durante meses andou num ar um anúncio que apenas repetia cloque...cloque....cloque, quase um som de perú. Uma técnica publicitária que se tornaria num clássico mas que, ana altura, era absolutamente desconhecida.

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