A Guerra Colonial marcou muitos milhares de pessoas. Não só portugueses. Em termos históricos ainda não terá passado o tempo suficiente para a debater com isenção. Não quero aqui fazer qualquer juízo de valor, mas apenas partilhar um texto e uma foto que apanhei na net. Gosto de ouvir as estórias dos soldados que combateram nas ex-colónias, sendo que a maior parte deles o fez contra a sua vontade. Acho que o país lhes deve, no mínimo, um agradecimento pelos anos perdidos e pelos sacrifícios passados. Os relatos na primeira pessoa contados por muitos ex-combetentes será uma forma de perpétuar o que passaram, assim como um contributo para que as gerações mais novas de que faço parte, conheçam a sua história. Como se diz no excerto, muito do que se passou nesses tempos difíceis seria assunto para muitos livros e muitos filmes. Guiné 1968 Região de Tombali - Gandembel CCAÇ 2317 Início da construção do aquartelamento «As grandes fotografias dispensam legendas. Esta é uma das fotos-í...
Marcas de outros tempos, quando nem sonhavamos com esta coisa da globalização que pôs toda a gente a beber coca-cola. A mesma que Salazar não permitiu entrar cá - apesar de entrar nas então províncias ultramarinas, dando-lhe um toque cosmopolita que contrastava com a metrópole rural e bota de elástico - e para a qual, em plena revolução, importamos a designação de "água suja do imperialismo.
ResponderEliminarDe todas essas marcas vem-me à memória a campanha de lançamento da cerveja Clok, de curta vida já que pouco depois do arranque foi alvo das nacionalizações de 1975, vindo a marca a ser "engolida" pela Superbock. Durante meses andou num ar um anúncio que apenas repetia cloque...cloque....cloque, quase um som de perú. Uma técnica publicitária que se tornaria num clássico mas que, ana altura, era absolutamente desconhecida.