Montanheiros

O que leva um Doutorado em Telecomunicações - João Gil- e um Virologista - Nuno Verdasca da Costa Pereira- a juntarem-se?  " ... visitam a Montanha por puro prazer."( João Garcia)
A alegria e o entusiasmo pelo que fazem é contagiante; as fotos que trazem e as histórias que coleccionam e partilham ( uma parte !) connosco são fascinantes.
 Ainda não li as histórias, mas já vi as fotografias. Só imbuídos de uma grande sensibilidade e de puro deslumbramento puderam registar  a beleza do que foram encontrando.
 Há limites de resistência e de perigo que são necessários acautelar, mas esta actividade não tem  de idade: é para todos os que gostam de vida ao ar livre e de passar algumas privações..
 Adorei ouvi-los...  vou seguramente ler todas as histórias aqui contadas, mas parece-me que vou esperar sentada no sofá pela próxima edição. Considero difícil  ultrapassar : frio, fome sede; comer enlatados ou empacotados. 
Perco, seguramente  o amanhecer entre picos vertiginosos e um  chocolate quente junto a um rio onde o único som é o murmúrio da água corrente. Só não perco tudo isto , porque João  Gil e Nuno Verdasca, subiram a montanha e trouxeram um livro magnifico.
 

 

Comentários

  1. São os diferentes, os que olham para além do que é tido como normal...
    bom domingo

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    Respostas
    1. E os que partilham Violeta. Eu também consigo subir com eles à montanha... só que subo de outra maneira!!Também vale. Certo?

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  2. Claro que vale,

    É nosso objectivo fazer os leitores subirem em espírito às montanhas ao lerem e verem o livro.

    Obrigado pelas simpáticas palavras.

    É sempre bom saber que transmitimos alegria e entusiasmo.

    Cumprimentos,
    Nuno Verdasca

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  3. Cara Ana Narciso,

    Muito obrigado pelo simpático post.
    Mas não entendo porque esperar pela segunda edição, para ler as histórias! É a tal coisa da privação para depois compensar, talvez. :-)

    Sobre o frio e fome: são excepções as vezes em que, ou eu ou o Verdasca, sentimos frio e fome lá em cima. A ideia não é essa. Aliás, fome não me lembro de sentir nenhuma vez. E já um e outro deixou os enlatados há muitos anos. Uma vez, cheguei ao final de dois dias longos de caminhada com cede, sim.

    Visão, olhares e leituras montanheiras.
    João

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  4. No meu último comentário, quis dizer "sede" e não "cede". Peço desculpas.

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