Montanheiros
A alegria e o entusiasmo pelo que fazem é contagiante; as fotos que trazem e as histórias que coleccionam e partilham ( uma parte !) connosco são fascinantes.
Ainda não li as histórias, mas já vi as fotografias. Só imbuídos de uma grande sensibilidade e de puro deslumbramento puderam registar a beleza do que foram encontrando.
Há limites de resistência e de perigo que são necessários acautelar, mas esta actividade não tem de idade: é para todos os que gostam de vida ao ar livre e de passar algumas privações..
Adorei ouvi-los... vou seguramente ler todas as histórias aqui contadas, mas parece-me que vou esperar sentada no sofá pela próxima edição. Considero difícil ultrapassar : frio, fome sede; comer enlatados ou empacotados.
Perco, seguramente o amanhecer entre picos vertiginosos e um chocolate quente junto a um rio onde o único som é o murmúrio da água corrente. Só não perco tudo isto , porque João Gil e Nuno Verdasca, subiram a montanha e trouxeram um livro magnifico.
São os diferentes, os que olham para além do que é tido como normal...
ResponderEliminarbom domingo
E os que partilham Violeta. Eu também consigo subir com eles à montanha... só que subo de outra maneira!!Também vale. Certo?
EliminarClaro que vale,
ResponderEliminarÉ nosso objectivo fazer os leitores subirem em espírito às montanhas ao lerem e verem o livro.
Obrigado pelas simpáticas palavras.
É sempre bom saber que transmitimos alegria e entusiasmo.
Cumprimentos,
Nuno Verdasca
Cara Ana Narciso,
ResponderEliminarMuito obrigado pelo simpático post.
Mas não entendo porque esperar pela segunda edição, para ler as histórias! É a tal coisa da privação para depois compensar, talvez. :-)
Sobre o frio e fome: são excepções as vezes em que, ou eu ou o Verdasca, sentimos frio e fome lá em cima. A ideia não é essa. Aliás, fome não me lembro de sentir nenhuma vez. E já um e outro deixou os enlatados há muitos anos. Uma vez, cheguei ao final de dois dias longos de caminhada com cede, sim.
Visão, olhares e leituras montanheiras.
João
No meu último comentário, quis dizer "sede" e não "cede". Peço desculpas.
ResponderEliminarParabéns pelo seu blog, muito bom!
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